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Viagens por dentro dos dias

Blog em torno de literatura, arte, viagens, etc.

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Lá vamos, cantando e rindo

levados pelo pobre destino

14.04.24

Somos um grande pequeno país, que os políticos estragam, sempre a falar no futuro com os olhos colados ao passado. Passam a vida a acelerar, mas em marcha atrás, o que tem limites e é perigoso. Um passo à frente, dois passos à retaguarda. Às vezes, vem uma revoada de esperança, que logo depois desaparece. A ninguém se agradece. É destino.

O logotipo de Portugal

Vitória de Pirro

05.04.24

É por estas e por outras que Portugal andará sempre a reboque de outros países, sem conseguir um ponto de equilíbrio que nos defina e que obste a guerrilhas inúteis. Sai um governo e vem outro, mudam aquilo que é fácil deixando para as calendas o que é difícil, exige saber e capacidade de trabalho. O governo teve a primeira vitória: mudou o logotipo do país. Uma vitória de Pirro. É nisto que a Direita é especialista: andar dois passos para trás quando os outros deram um passo em frente. Aprendam a dialogar uns com os outros, a construir os mínimos nacionais, como fizeram outros países, como a Finlândia, por exemplo. A política não é o derby Benfica-Sporting. Os cidadãos não são claques. O país não é um estádio de futebol. Digo eu, que gosto muito de futebol.

25.03.24

Há uma coisa que me causa perplexidade. Porque não usou o governo cessante a cómoda almofada financeira que tinha ao seu dispor para regularizar situações sociais conhecidas, preferindo deixá-la para o novo governo, que não é da mesma cor política? Uma asneira da dupla António Costa e Medina? Não houve tempo para aplicar esse dinheiro ? A perplexidade não me abandona.

13.03.24

A gestão política do país vai estar apertada. Se calhar não vamos muito longe com o resultado destas eleições. É provável que a pressa do Presidente em demitir o governo e António Costa em se demitir tenha feito o país andar para trás. Por outro lado, há assuntos prementes a resolver na gestão pública que não podem ser adiados sob pena de termos dinheiro e a dívida pública estar controlada e não darmos passos na resolução dos problemas nacionais: salários, habitação, emprego, SNS, Forças Armadas, ETC. Há temas que passaram ao lado campanha eleitoral. Não noto felicidade no cidadão comum.

25.01.24

Há qualquer coisa entre a Justiça portuguesa e a política que não casa bem. Ou casará? Em momentos-chave da vida portuguesa registam-se encontros mal explicados. Se alguns políticos não andam por bons caminhos, a Justiça parece ter uma agenda mal programada. Ou serão só coincidências?

20.01.24

Neste tempo de pré-campanha eleitoral os partidos políticos em vez de se focarem nos projetos com que pretendem concorrer às eleições, mandam os seus candidatos destapar o lixo, ou enaltecer anteriores ações dos adversários, através de comentadeiros estabelecidos nos canais televisivos e em outra comunicação social, esta em fim de ciclo. É verdade que é difícil os líderes políticos apresentarem projetos que vinguem e sirvam o povo, pela simples razão de não os terem. O dinheiro é sempre pouco e mal gerido. A política é servida à la carte desde há muitos anos. O menu está requentado, mas eles porfiam na ementa. Desta vez, andam a arrregimentar seniores e senadores, que nada dizem aos jovens de hoje. A estes, a política há muito desilude, a não ser que seja uma porta de entrada para um emprego nas hostes partidárias. No ano em que se comemora os 50 anos do 25 de Abril de 1974, a luz ao fundo do túnel está apagada.

11.01.24

Acho muito problemático e até contra-natura, existir um país, uma nação, dentro de outro país. Sobretudo com estilos de vida, religião, etc., diferentes um do outro. É o que acontece com a Palestina (Gaza e Cisjordânia) envolvida por Israel. O povo palestiniano deve ter um país governado por palestinianos fora da área territorial de Israel, embora no Médio Oriente. Talvez o Egito ou a Jordânia pudessem "dispensar" território para que os palestinianos construíssem o seu país, como Israel edificou o seu logo a seguir ao fim da II Guerra Mundial. Sei que é difícil. De outro modo, a guerra voltará a acontecer, como já aconteceu antes. Também é necessário que as nações xiitas do Médio Oriente não queiram expulsar os israelitas do seu território. Uma guerra de cariz religioso parece fora de época.

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