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Viagens por dentro dos dias

Blog sobre tudo e sobre nada. Em particular, em torno de literatura, arte, viagens.

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09.12.25

nos-teus-bracos-morreriamos-1299x2048.jpg

Um livro cuja leitura recomendo. Em jeito de sinopse deixo uma frase roubada na na página da Editora Glaciar: "Com as narrativas curtas do que agora se convenciona chamar auto-ficção, Pedro Paixão é um dos escritores com maior sucesso no país, merecedor do destaque que estas reedições lhe vêm, finalmente, dar." (8.ª edição)


01.12.25

BKC. Capa. Vidas mal vividas Final.jpeg

Quando Diogo Kruz encontrou o corpo de uma mulher a despedir-se da vida junto às arribas de uma praia, não imaginava que ela teria ainda uma longa história para contar.

Essa imagem acompanhou-o durante algum tempo. "Quem era aquela mulher desconhecida que, ao mesmo tempo, lhe interrogou a memória?" Os amigos souberam do caso e interessaram-se pela sua evolução, prolongando, sem querer, uma imagem difícil. Os jornais não fizeram qualquer referência à situação, como se o inesperado drama que Diogo presenciou fosse um facto banal. Era estranho. Ou talvez não. Entretanto, o seu trabalho libertou-o daquela imagem chocante, mas não a apagou da memória. Tempos depois, ao arrepio do que seria normal, foi precisamente um jornal que lhe trouxe de volta a situação por si vivida, mas com uma informação útil e agradável. "Quem era aquela mulher, perguntou-se de novo, que parecia confundir-se com as suas ténues memórias de um passado já longínquo?" Como é que uma situação dolorosa, a que era alheio, se transformou num acto de felicidade? A vida pode surpreender-nos quando menos esperamos, embora a felicidade nunca seja completa. (da contracapa)

Podem encontrar na Bertrand, FNAC, WOOK (online) e outras livrarias.


27.09.25

Romance à venda na Mesa 42 da Shantarin Editora

Festa do Livro de Belém. Jardins da Presidência da República até 28/09/25

IMG_5440.jpeg

SINOPSE: Quando Diogo Kruz encontrou o corpo de uma mulher a despedir-se da vida junto às arribas de uma praia, não imaginava que ela teria ainda uma longa história para contar. Essa imagem acompanhou-o durante algum tempo. "Quem era aquela mulher desconhecida que, ao mesmo tempo, lhe interrogou a memória?" Os amigos souberam do caso e interessaram-se pela sua evolução, prolongando, sem querer, uma imagem difícil. Os jornais não fizeram qualquer referência à situação, como se o inesperado drama que Diogo presenciou fosse um facto banal. Era estranho. Ou talvez não. Entretanto, o seu trabalho libertou-o daquela imagem chocante, mas não a apagou da memória. Tempos depois, ao arrepio do que seria normal, foi precisamente um jornal que lhe trouxe de volta a situação por si vivida, mas com uma informação útil e agradável. "Quem era aquela mulher, perguntou-se de novo, que parecia confundir-se com as suas ténues memórias de um passado já longínquo?" Como é que uma situação dolorosa, a que era alheio, se transformou num acto de felicidade? A vida pode surpreender-nos quando menos esperamos, embora a felicidade nunca seja completa.

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