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Viagens por dentro dos dias

Blog em torno de literatura, arte, viagens, etc.

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30.09.22

I - Como é que se solta um preso para o prender logo a seguir debaixo dos holofotes da CS? É o circo da Justiça? Por menos que se goste de Duarte Lima, como é o meu caso, é um ato reprovável, sem ponta de ética. Estamos cada vez mais a nivelar por baixo os atos da vida quotidiana. Tudo rasteirinho, infeliz, educados pelo espetáculo dos tablóides e das TV de pechisbeque.

II - Os jornais a reboque de interesses da oligarquia constroem casos e casos para denegrirem a imagem do Governo. Há falhas na gestão governativa? Sim. Mas a Direita é rançosa, invejosa e maledicente. Enquanto foi poder só acumulou casos de cuja memória depressa se esqueceu. Rematou com a má gestão e a prática de Pedro Passos Coelho, que reduziu quase à indigência a classe-média baixa, reformados e pensionistas.

III - Li que a Presidência do Conselho de Ministros tem 200 funcionários. Uma empresa nacional. Das grandes, ao nosso nível.  Cada ministro a quantas pessoas dá emprego? E, então, o simplex? Portugal, meu querido país, como eu gosto de ti.

25.08.22

O major-general Carlos Branco, de tendência russófila, não ficou bem naquela "fotografia" da CNN. Perdeu o controlo. Mas o jornalista/moderador também não ficou melhor. Devia ter acabado com a troca de "galhardetes" antes de se chegar ao ponto quente.

17.05.22

Actualmente as notícias das TV dividem-se entre a guerra na Ucrânia e o Covid-19, nas suas várias vertentes, como se o mundo tivesse esquecido outras vivências. Temos uma certa tendência para o trágico e para assumir as dores dos outros, que poucas vezes assumem a nossa dor. Nos canais de TV estão na moda (é tudo uma questão de moda) as entrevistas com toda a gente e mais alguma. Sai barato e conforta muito os egos de quem lá vai. Estou certo que chegará a vez dos cães e dos gatos serem entrevistados, que terão muito a dizer dos seus donos. Os canais generalistas fazem intervalo ao mesmo tempo, têm programas semelhantes, noticiários à mesma hora, etc. Não se perdia nada se houvesse apenas um canal. Mas depois como é que se fazia zapping?

Guerra a toda a hora

O que é demais é demasiado diria o Senhor de La Palisse

19.03.22

BBCVinte e quatro horas por dia de guerra na comunicação social, sobretudo nos canais TV, extensível às redes sociais, é dose. Ainda por cima com as chamadas notícias de última hora ou breaking news, que acabam por ser as notícias de todas as horas, com uma ou outra novidade, são mais do mesmo. Eu sei que nem todas as pessoas seguem as notícias como se estivessem de plantão, mas temo mesmo assim que sejam demasiadas, sempre à espera daquilo que ainda não se sabe e dificilmente se vai saber, porque a guerra não corre à mesma velocidade dos noticiários. Faz intervalos. Nos canais de TV também fazem intervalo, quase sempre para falarem de futebol, que é outra guerra. O que é demais é demasiado, como diria, porventura, o Senhor de La Palisse. (A imagem é © BBC)

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