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Ontem como hoje?

por agb, em 18.06.17

Na minha família, a literatura não tinha qualquer existência (...) Liam-se livros, sem dúvida, mas por desfastio, e sem fixar sequer o nome dos autores. (...) Ser-se escritor, ou qualquer coisa semelhante e de ordem artística, era ainda pior que ser político. Um escritor, um pintor, um ator, não tinha qualquer lugar na escala social. E poeta era sinónimo familiar de distraído, de pobre de espírito, de idiota chapado (...).

Fala de personagem do livro "Sinais de Fogo", de Jorge de Sena, Livros do Brasil, 2017

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publicado às 13:29



Blogue de António Garcia Barreto

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